15 fevereiro 2019

5 lembretes para que você seja agradável neste carnaval

5 lembretes para que você seja agradável neste carnaval
É fevereiro e já vem aquele pensamento de que finalmente o carnaval tá chegando! E por mais que ele só seja comemorado em março, o brasileiro não perde uma chance de fazer festa e os bloquinhos já estão dando as caras. Há quem seja do time Netflix, mas o post de hoje é pro time da folia. A gente sabe que essa é uma festa que reúne muita gente e algumas se esquecem de uma coisinha chamada respeito -ao próximo, a si mesmo e a natureza-. Por isso, todo santo ano é importante relembrar algumas coisinhas e esse post é pra isso. Vem comigo ver se você tá cumprindo esses 5 lembretes beeem simples pra tornar o seu carnaval (e o carnaval dos outros) mais agradável.


1. LEMBRE-SE QUE NÃO É NÃO
Homens, cheguem aqui que esse tópico é pra vocês. A gente não deveria ter que falar uma coisa dessas já que é bem óbvio, mas enquanto for necessário, vamos continuar batendo nessa tecla sim. Pediu pra ficar com a garota e ela disse não? Aceita e vai embora! Ninguém é obrigado a aceitar tudo, viu? Aliás, seguindo essa mesma linha: não puxa as minas, deixa elas dançarem em paz e, se avistar um casal lésbico, saiba que elas não estão ali para te agradar. Como já dizia a filosofa Jout Jout:


2. LEMBRE-SE QUE FANTASIA NÃO É CONVITE
Nenhuma roupa é convite e uma fantasia também não é. É verão, tá calor, até o vento é quente e mulher nenhuma tem que ser obrigada a se tapar por culpa de gente escrota. Se você quer ser agradável nesse carnaval, lembre-se disso.

3. LEMBRE-SE DE CUIDAR DE VOCÊ
Ser agradável e respeitoso com o próximo? Check. Mas e ser agradável e respeitoso com si mesmo? Tá tendo? Lembre-se de cuidar do seu corpitcho e da sua saúde: leve água, passe protetor solar, guarde celular, identidade e dinheiro em lugares seguros, não aceite bebidas de estranhos, use preservativo e não liga pra ex namorad@ nem deixa as manas ligarem, viu? (essa última é importantíssima HAHA)


4. LEMBRE-SE DE NÃO DIRIGIR SE FOR BEBER
Pela sua segurança, pela segurança de quem vai no carro com você e pela segurança dos outros motoristas e pedestres: se for beber, pede um uber, um táxi, um 99pop, pega um ônibus, qualquer coisa! 2019 já teve tragédias o suficiente e você pode evitar mais uma.

5. LEMBRE-SE DE CUIDAR DA NATUREZA
Quer deixar esse carnaval mais agradável ainda? Respeite a natureza! Uma festa bonita dessas só fica melhor se for realizada de forma consciente. Não é tão difícil assim: coloque o lixo no lixo, use glitter biodegradável, e se não tiver grana pra comprar certifique-se de não tirar o glitter comum no banho/pia (vai direto pra água!), mas sim com lenço umedecido e jogar no lixo depois. Você também pode usar confete feito com folhas caídas das árvores e, se der, até levar um copo pra não ficar usando copo descartável o dia inteiro. São dicas fáceis, simples, que custam bem pouquinho e acredite em mim: tornam o carnaval muito mais agradável pra gente e pro nosso futuro. 

Resumindo, respeita tudo e todos que a festa fica legal pra todo mundo como deve ser. 



E fim, gente! Se acharam as dicas úteis, compartilhem nas redes sociais e não esqueçam de me contar se vocês são #TeamNetflix ou #TeamFolia, eu já aviso que sou dos dois times e que semana que vem tem indicação de filme pra quem quiser passar o feriado no conforto da sua casinha 

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08 fevereiro 2019

SHHHH | 8 coisas que ninguém te conta sobre ser blogueira

SHHHH | 8 coisas que ninguém te conta sobre ser blogueira
Foto: Hey Beauti Magazine

Não sei se houve alguma outra época em que a palavra "blogueirinha" esteve tão em alta. Muita gente quer ser e muita gente ri de quem é, mas uma coisa é certa: todo mundo tem uma ideia meio errada sobre o que é, na realidade, ser blogueira. Viajar o mundo inteiro? Postar umas fotos bonitas no Instagram? Receber mimos o tempo todo e ter umas parcerias legais? Se vocês acham que isso e só isso é ser blogger, estão muito enganados. Me deem a mão e venham descobrir como é ser blogueira na real.


1. EXIGE MUITO DO SEU TEMPO. 
Os posts não se fazem sozinhos, né? E cada um deles exige muito tempo pra ser feito. Pra trazer conteúdo de qualidade, antes de começar, é preciso fazer muita pesquisa, depois escrever o post de uma maneira fácil de compreender, mas que transmita o que queremos dizer. Sem contar nas imagens que precisam ser editadas e na divulgação, que vem depois. Eu levo umas 4 horas pra finalizar um post e até depois de postado, faço umas 2 revisões pra ver se ele tá direitinho mesmo. Fora isso, uma blogueira está sempre pensando em conteúdo, anotando ideias e pensando em feedback. Basicamente, ser blogueira, mesmo quando não é profissionalmente, se torna atividade de tempo integral. É muito bom, mas é cansativo, viu.

2. BLOQUEIOS CRIATIVOS? O TEMPO TODO.
Eu blogo desde 2012 e posso afirmar: os bloqueios criativos vão chegar pra te atormentar algum dia. É tipo um efeito colateral de ter um blog, inevitável. Ser criativo e ter um post diferente na manga pra toda semana é tarefa difícil, mas buscar autenticidade e originalidade é essencial e muito importante, vai por mim.

3. SER BLOGUEIRA NÃO É SER RICA.
De onde tiraram isso, minha gente? A maioria das bloggers que eu conheço, eu incluída, tem uma vida 100% normal: faculdade, trabalho, frustrações e bem menos viagens do que vocês têm em mente. A impressão que eu tenho é que a internet pegou umas 2 ou 3 influencers ricas de referência e definiu que aquilo é ser blogger, ah, e muita instagrammer que é chamada de blogueirinha nem blog tem, viu? HAHAH bora desmistificar isso aí.

4. AS FOTOS SÃO TUDO PURO TRUQUE.
Sério! É câmera em cima de pilha de livros, é cartolina, lençol e tapete sendo usados como fundo infinito, é muito uso do timer porque nem sempre tem alguém pra te ajudar e eu já vi gente tirando foto até com o celular grudado no teto (juro! HAHA). Até mesmo quando as fotos não são de autoria da blogueira, encontrar fotos com direitos livres ou com o nome do autor junto pra poder dar os créditos é difícil pra caramba. Tudo pra trazer um post bem ilustrado pra vocês.

Foto: Melinda Pack
5. ALGUMAS PROPOSTAS DE PARCERIA SÃO BEM SEM NOÇÃO.
Ah, o sonho de receber mimos! O que ninguém te conta é que, ás vezes, as propostas só valem a pena pra empresa mesmo e o blog que se dane. Já recebi propostas de lojas que, claramente, iam ganhar em cima de mim, de lojas que não têm absolutamente nada a ver com o meu conteúdo ou que têm uma avaliação muito ruim, e o pior de todos, de lojas que queriam escolher como eu ia escrever o MEU post do MEU blog, literalmente: palavra por palavra. A autenticidade do blogueiro é, muitas vezes, deixada de lado. Uma desvalorização danada. É claro, existem muitas parcerias legais, nunca tive problema com as que eu fechei, mas temos que tomar cuidado: algumas são furada e temos que ficar de olho o tempo todo.

6. TER UM BLOG NÃO É SINÔNIMO DE DINHEIRO FÁCIL.
Na verdade, é muito mais provável que você gaste mais com ele do que ganhe, pelo menos no início. Se você quer profissionaliza-lo, é bom ter em mente que vai gastar com domínio e divulgação e que o retorno demora, assim como em qualquer outro empreendimento. Ou também existe a possibilidade de você nem ganhar nada mesmo. Eu por exemplo, tenho o blog como hobby e só ganho quando fecho parcerias ou com o Google Adsense. Ou seja, ter blog é um trabalho árduo, exige muita determinação e pode resultar em dinheiro, mas nem sempre é assim.

7. NÚMEROS IMPORTAM, MAS NÃO QUEREM DIZER NADA.
É claro que os números importam. É legal saber que bastante gente curte o teu conteúdo e as parcerias também levam isso em consideração, mas é importante saber que, lá no fundo, números não te dizem muita coisa. Existe muita gente que ganha seguidores na base do segue de volta e tem 1000 seguidores, mas 10% são leitores fiéis. Também já vi muito blog de 200 seguidores com conteúdo muito melhor escrito do que outros de 2000. É tudo muito relativo, e é fato: qualidade é totalmente diferente de quantidade ;)

8. BLOGAR POR AMOR É ESSENCIAL, SIM.
Se depois de tudo isso você ainda não chegou a conclusão de que pra ser blogueira é preciso muito amor, você leu o post errado hahaha. Foi-se o tempo que as pessoas criavam blogs porque gostavam de escrever, hoje em dia, muita gente começa na blogosfera por querer ser "blogueirinha", no sentido mais artificial da palavra mesmo. Mas começar um blog por querer dinheiro e mimos é a melhor fórmula pra dar errado. Sem amor por esse cantinho, o seu esforço todo vai parecer obrigação, sabe? E no fim do dia, receber mimos e fechar parcerias é incrível e muito satisfatório, mas receber um comentário te incentivando, falando que é o blog favorito de alguém ou elogiando um post que demorou horas pra ser feito, te provoca uma sensação mais gostosa ainda.



E fim, galera. Esqueci de alguma coisa? Continuem a lista aí nos comentários, afinal, ser blogueira é todo dia um aprendizado! Um beijão e até o próximo post. ♡

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01 fevereiro 2019

PRA VOCÊ | pratique a gratidão com o pote da felicidade

PRA VOCÊ | pratique a gratidão com o pote da felicidade
Ei, tudo bem por aí? Hoje vamos falar sobre a tal da gratidão que, em 2018, foi uma das palavras mais usadas nas redes sociais e eu falo isso com tranquilidade: eram inúmeras as legendas e textões good vibes que a citavam. A internet se deu conta, de uma vez por todas, de que ser grato é algo que muda as nossas vidas. Mas não é tão fácil assim. Saber que a gratidão é algo incrível é diferente de colocá-la em prática, principalmente porque o nosso cérebro tende a lembrar das coisas ruins bem mais do que das boas, não importa se várias coisinhas boas aconteceram no seu ano, se não rolar uma ajudinha, a gente tem tendência a lembrar só do que nos fez chorar. 
gra·ti·dão (latim gratitudo) subs. feminino
1. Sentimento de lembrança e agradecimento por um bem recebido, em relação ao autor. = RECONHECIMENTO - DICIONÁRIO PRIBERAM
A dica de hoje então vai ser um exercício chamado Pote da Felicidade pra te ajudar a praticar o agradecimento. É uma atividade bem legal e que já colocou muitos sorrisos no meu rosto, então acho legal compartilhar, né? Eu lembro que ele fazia muito sucesso alguns anos atrás, eu por exemplo, fiz o meu primeiro potinho em 2013, seguido por 2018 (que eu parei na metade por pura preguiça, não sigam o meu exemplo). O legal é que até hoje quando eu leio alguns papeizinhos de 2013, tudo ainda aquece o meu coração.

esse livro lindinho aí atrás é o Por Todas Nós, da Ellora Haonne.

Esse é o exercício mais simples do mundo, cê só vai precisar de um potinho (ou uma caixinha, o que você tiver aí) e de papeis/post its. Todo dia você chega em casa e escreve algo que te fez sorrir naquele dia específico, enrola e coloca o papel dentro do potinho e voilá. No fim do ano você vai ter um compilado de momentos bons. Amor dentro do pote que fala, né?


Tá em dúvida do que escrever? Só abre o coração, migx! A ideia aqui é perceber que a nossa felicidade aparece nas pequenas coisinhas: seja numa mensagem, numa conversa na fila da padaria, num elogio qualquer ou até mesmo numa música, num abraço, numa sensação. É reconhecer que todo dia nos proporciona algo pelo qual vale a pena agradecer. E mesmo que pareça que algum dia inteirinho foi ruim porque a vida tem dessas, estar acordado e respirando já é algo. Ter comida na mesa, uma cama quentinha. São coisas tão normais nas nossas vidas que a gente esquece, ás vezes, que nem todo mundo tem tamanho privilégio.

"Noite do hambúrguer com as minhas meninas" escrito porcamente com uma péssima letra, mas de coração hehe
 Eu costumo abrir o meu potinho no último dia do ano e reler tudo aquilo que me fez bem. Mas fica a seu critério, acho que ler esses bilhetinhos em momentos de tristeza ou de crise também é algo muito válido: juntar vários momentos que nos fizeram sorrir não tem erro, é um potinho cheio de amor e amor nunca é demais. Agora me contem aí nos comentários o que acharam e se vão fazer também, quero saber!

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18 janeiro 2019

RESENHA | Um de nós está mentindo (Karen M. McManus)

RESENHA | Um de nós está mentindo (Karen M. McManus)
O One Of Us Is Lying ou Um De Nós Está Mentindo foi um livro de primeiras experiências: além de ser a primeira vez que eu tive contato com suspense juvenil, foi a minha primeira vez lendo um livro totalmente em inglês, por isso já aviso que tenho muita coisa pra falar hoje, tá?
SINOPSE: Cinco alunos entram em detenção na escola e apenas quatro saem com vida. Todos são suspeitos e cada um tem algo a esconder. Numa tarde de segunda-feira, cinco estudantes do colégio Bayview entram na sala de detenção: Bronwyn, a gênia, comprometida a estudar em Yale, nunca quebra as regras. Addy, a bela, a perfeita definição da princesa do baile de primavera. Nate, o criminoso, já em liberdade condicional por tráfico de drogas. Cooper, o atleta, astro do time de beisebol. E Simon, o pária, criador do mais famoso app de fofocas da escola. Só que Simon não consegue ir embora. Antes do fim da detenção, ele está morto. E, de acordo com os investigadores, a sua morte não foi acidental. Na segunda, ele morreu. Mas na terça, planejava postar fofocas bem quentes sobre os companheiros de detenção. O que faz os quatro serem suspeitos do seu assassinato. Ou são eles as vítimas perfeitas de um assassino que continua à solta? Todo mundo tem segredos, certo? O que realmente importa é até onde você iria para proteger os seus.
"- Ela é uma princesa, e você, um atleta [...] Você é um crânio. E também um criminoso. Vocês todos são esteriótipos ambulantes de filmes de adolescente."
Um De Nós Está Mentindo gira todo em torno de 5 adolescentes: Simon, o dono de um aplicativo de fofocas sobre os alunos da escola Bayview High, Addy, a patricinha, Browyn, a nerd, Nate, o encrenqueiro e Cooper, o atleta. Todos completamente diferentes entre si, mas que acabaram juntos numa tarde de detenção. Até aí tudo bem. O problema acontece quando Simon é envenenado e aí só quatro deles saem com vida dessa sala de aula e, além de serem as únicas testemunhas do ocorrido, Browyn, Nate, Cooper e Addy seriam os alvos das próximas fofocas no blog do Simon, o que daria a cada um deles um motivo especial para querer ver o colega morto e, consequentemente os torna os principais suspeitos do assassinato. A pergunta é: será que foram eles mesmo ou seria isso parte de um plano maior de um assassino á solta? Até porque graças às fofocas que postava, Simon era odiado por muitas pessoas da Bayview High, então quem garante que os quatro fizeram isso? E afinal, quem está mentindo?

"- Todo mundo tem segredos - diz ele. - Certo?"
Esse livro me pegou de surpresa. Eu ainda não tinha ouvido na história e comprei porque eu queria muito treinar o inglês e esse foi o que mais me chamou atenção. Comecei devagarinho por causa do idioma, mas assim que me acostumei, foi fácil de me apegar ao livro. No início todo mundo parece muito suspeito, até que a gente vai descobrindo as coisas e o quebra cabeça se encaixa. 

"Mas estou começando a me dar conta de que há coisas que são impossíveis de serem desfeitas, não importa o tamanho das boas intenções."
A história ocorre de forma cronológica (a gente sabe até a hora em que o que está acontecendo, acontece) e possui narrativas intercaladas. Ou seja, cada personagem ganha algumas páginas dentro de cada capítulo pra apresentar o seu ponto de vista sobre momentos diferentes, o que eu achei ótimo, assim além de sabermos o que todos sentem e pensam, também vamos nos dando conta das pistas junto com cada um deles e é por isso que a história acaba se encaixando tão direitinho. Isso contribui pra leitura fluir. Pra cês terem uma noção, eu cheguei a ler mais de 100 páginas só enquanto andava no ônibus nas idas e vindas da faculdade pelo simples motivo de que eu literalmente não conseguia esperar até chegar em casa pra dar continuidade no livro. Ponto pra autora! E por falar nela, a escrita, mesmo em inglês, foi bem simples e fácil de compreender, então imagino que eles também tenham seguido essa linha na tradução. A diagramação tá bem simples, nada de mais e nada de menos, e pelo que eu vi, a versão brasileira é mais bonitinha.

"Não confiamos uns nos outros, isso é bastante óbvio."
Maaas apesar de ser um livro instigante, os motivos e os segredos não são lá essas coisas e isso me decepcionou bastante. Acho que por se tratar de um livro mais juvenil não dá pra se esperar enoooormes motivações por trás do mistério. Eu achei algumas coisas bem bobinhas porque eu tentava arranjar pistas em absolutamente tudo (olha o que você me fez fazer, Pretty Little Liars) quando, na verdade, as coisas eram mais simples do que eu imaginava e as pistas realmente não estavam lá. O que, sim, acaba deixando o livro bem lento em alguns momentos. Mas me colocando no lugar dos personagens, dá até pra entender porque quando a gente tá no Ensino Médio (alá a velha falando HAHA) tudo parece maior do que realmente é e quando o nosso psicológico tá abalado as coisas perdem o sentido  mesmo. De qualquer jeito, não posso dizer que não fiquei surpresa com o desfecho. Sim, eu descobri o que aconteceu um pouquinho antes deles, mas duas revelações no meio de tudo isso me chocaram real e me fizeram ficar boquiaberta no meio do ônibus lotado HAHAH. Com os personagens também rola um envolvimento (tanto entre eles, quanto da gente por questão de se apegar mesmo) e certa evolução.

"As coisas pioram antes de melhorar. - Comenta ela placidamente - É assim que funciona."
Enfim, depois de falar tanto eu só posso dizer que, se você curte esse estilo de mistério mais adolescente (do tipo Pretty Little Liars, Riverdale e afins): vai fundo! Pra quem gosta, é uma leitura bem legal de se fazer, tem romance, mistério e assuntos típicos dessa fase em que estamos nos descobrindo (inclusive acho super a cara de série teen, alô Netflix). Agora, pra quem já passou dessa fase eu tenho que dizer: se você tá esperando planos chocantes e maquiavélicos, talvez você queria repensar. Agora me contem, quem aí já leu e quem aí pretende (ou não) dar uma chance?

11 janeiro 2019

TAG | 20 músicas (parte 2)

TAG | 20 músicas (parte 2)
Foto: Deadly Is The Female
Ei, tudo bem por aí? Por aqui tudo ótimo, ainda mais porque amanhã (12) é aniversário da blogueira que vos fala, yay! Maaaas esse não é o assunto de hoje. Eu falei que ia fazer uma parte 2 da TAG musical e tchá: aqui tá ela. Pra quem tá perdido, lá no finzinho do ano passado eu comecei essa TAG que consiste em responder os tópicos com uma música correspondente que faça sentido pra quem tá respondendo, né? Desse jeito cês me conhecem um pouquinho melhor e, contando que vocês também podem responder aí embaixo, eu conheço um pouquinho mais de vocês também. É isto. Bora ver a parte 2?
Ah, clica aqui para ver a parte 1.
Das últimas músicas que andei viciada, Dona de Mim é com toda certeza uma das que eu mais me identifico. Com frases como "Sempre fiquei quieta, agora vou falar" e "Foi tanto sim, que agora digo não!" eu acho a letra toda muito empoderadora.  Ela conta a história de muitas mulheres com essa letra -e usa o clipe pra evidenciar isso-. Eu ouvi um amém, IZA? (aliás, ouçam aqui o álbum todo dessa deusa, é maravilhoso)
"Deixo a minha fé guiar / Sei que um dia chego lá / Porque Deus me fez assim / Dona de mim / Já não me importa a sua opinião / O seu conceito não altera minha visão / Foi tanto sim, que agora digo não / Porque a vida é louca, mano, a vida é louca"

Odiar é uma palavra muito forte, eu diria que foi mais uma questão de enjoo mesmo. Tenho até as minhas teorias de que o Tiago sumiu do mapa porque não aguentava mais cantar Amei Te Ver, inclusive faria o mesmo HAHAH. Brincadeiras a parte, acho a música fofinha, mas ela tocou tantas vezes em tantos lugares que eu acabei excluindo do Spotify e da vida.

O meu disco favorito do momento tem sido o The Pains Of Growing da talentosíssima Alessia Cara. O álbum é incrível e todas as letras têm um significado que combina com o objetivo do título: relatar as dores do crescimento. Acho que qualquer pessoa nos seus 20 e poucos vai se identificar muito. Out Of Love foi a escolhida como minha favorita do álbum porque é uma das que mais me emocionou de primeira, ou como eu costumo dizer: foi amor a primeira ouvida haha.
"Não há nada que eu possa dizer / Não há uma música que eu possa cantar / Para mudar sua ideia / Nada pode preencher o espaço / Não vou pedir pra você ficar / Mas deixe-me perguntar uma coisa: / Quando foi que você parou de me amar?"

Existem muitas músicas que eu amo tocar no violão, duas que eu sempre toco são Real Friends da Camila Cabello e Figures da Jessie Reyez, mas semana retrasada encontrei essa música da banda Mulamba e me apaixonei, aí toquei no violão e me apaixonei mais ainda! Ela tem sido a minha favorita desde então. As próximas que quero aprender são Partilhar do Rubel e Girassóis de Van Gogh do Baco Exu do Blues, aliás escutem, são incríveis ❥.
"Ela calma me interessa / Ela acalma a minha pressa / Sua alma me atrai"
Da série: músicas que a gente canta no banho. Mas sério gente, existe música melhor pra soltar o gogó do que essa? Ok, existe. I Will Always Love You o nome, mas como eu sou do contra, escolhi I Have Nothing que, claro, também é da rainha Whitney. 
"Você percebe exatamente o que há no meu coração / Você derruba os meus muros / Com a força do seu amor"
 
Eu ainda não dirijo, mas se eu estudo feito uma doida é pra um dia ficar ryca e dirigir pelas ruas da Califórnia ouvindo Sweater Weather, sim! hahah

Não existe nada que defina mais a Gabs de 8/9/10 anos do que High School Musical. Eu andava com uma bolsinha rosa em formato de poodle pra lá e pra cá e jurava com todas as forças que era a Sharpay. Fabulous era praticamente o meu hino nacional HAHAHA saudades infância! Aliás, até hoje acredito na teoria de que a Sharpay era a verdadeira mocinha dos filmes, rainha incompreendida.

Não é difícil perceber que eu escuto quase só pop, ás vezes dou uma puxadinha pro lado do indie, do alternativo e do funk pois rebolar a raba é essencial, mas né, sempre tem um popzinho no meio, então curtir mesmo um sertanejo é surpresa até pra mim! Na primeira vez que ouvi essa música achei muito engraçada e agora faz até parte das minhas playlists.  


Cê já ouviu uma música "positiva" sobre a morte? Pois então, é essa a ideia em Funeral, da banda Lukas Graham. A letra não lamenta a perda, mas sim agradece pelos momentos que se teve em vida. Acho bonito! A melodia também é super aconchegante.
"E não fique tão triste / Porque eu vivi bem / Estávamos mais perto / Mas agora acabou / Isso não significa que é o fim / Eu te vejo e te amo / Eu estarei olhando por vocês lá de cima"
Casar não é um dos meus maiores sonhos e, se acontecer, provavelmente vai ser daqui muito tempo e eu já vou ter outras músicas favoritas pro momento, mas se eu fosse casar hoje, Tua seria indispensável. Nada tradicional, mas desde que eu vi um vídeo da junção da marcha nupcial com Singular, também do ANAVITÓRIA, me apaixonei demais e não vou mentir: deu vontade! Além disso, a letra é puro amor e fala super de uma vida a dois.
"Eu não me importaria / De dividir um colchão com você / Dar meu cabelo pra de nós tu encher / E me afogar no teu corpo metido a travesseiro / Não contestaria um pedido de carinho teu / Café mais amargo, tua toalha jogada no quarto / Nenhum traço do que é teu"
E fim, agora terminamos a TAG de verdade e já deixo avisado que quem quiser responder também, fique a vontade, viu? Depois me passem o link pra eu ver as respostas de vocês, vou adorar! Até a próxima sexta, amores. Beijão ❥

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