19 setembro 2017

TAG | Doenças literárias

ALÔ, MORES! Pra hoje eu trouxe uma TAG bem divertida chamada doenças literárias, que eu aproveitei que tava nos rascunhos há muito tempo e decidi trazer a tona hoje porque como ela fala de doenças, dá pra fazer ligação com um assunto importante que tá acontecendo agorinha no Brasil. Se vocês estão ligados nas notícias já sabem que foi aprovada uma liminar que permite tratar a homossexualidade como doença e, pra isso, eu só digo que se alguém está preocupado com a vida alheia, quem tem que se tratar é essa pessoa e seu preconceito porque não há cura para o que não é doença. Dito isso, e deixando bem claro que se fosse pra ser pacífica eu tava no oceano, bora deixar esse retrocesso de lado e focar na TAG? Eu encontrei ela por aí, achei bem divertida e decidi trazer pra cá. Espero que vocês gostem e me digam nos comentários quais seriam as respostas de vocês. ♡
De Volta Aos Quinze, da Bruna Vieira. O livro todo é puro amor, desde a capa, até a escrita e as ilustrações. A história é bem clichêzinha, mas um clichê às vezes é bom, né? Eu adoro esse livro e super recomendo pra quem curte o jeito que a Bruna escreve e não se importa com histórias mais infanto-juvenis.

Loving The Band. Não sei se vocês conhecem esse livro, mas eu já cheguei a falar dele aqui no blog e do tamanho da minha decepção com essa leitura. Eu comprei na época que curtia ler fanfics porque o Loving The Band era uma fanfic transformada em livro, e por isso eu jurei que ia amar... mas gente, que história sem graça, viu? Já li muitas fanfics MUITO melhores com enredos espetaculares que com certeza mereciam muito mais virar livro.

Eu não sou o tipo de pessoa que relê livros, mas me pego lembrando do Um Dia constantemente. Esse é um dos meus livros favoritos e eu sempre lembro dele por algum motivo, seja alguma frase, alguma situação porque eu me identifico muito com a Emma, ou quando lembro do dia 15 de julho.

Pelo amor de Deus, existe livro mais contagioso que A Culpa é das Estrelas? Lembro que na época que o filme foi lançado, sempre que eu saia eu encontrava alguém carregando um ACEDE pra lá e pra cá, parecia uma epidemia mesmo: tocou em alguém que leu, pronto. Daqui um mês cê vai estar lendo também HAHAHA. Mas vale dizer que eu amo esse livro, é um dos meus favoritos e tem até resenha aqui.
Como Eu Era Antes de Você. Se teve um livro que me prendeu, foi esse! Eu lembro que nem queria ler, mas assisti o trailer do filme e fiquei apaixonada, aí como boa leitora eu tive que ler antes de ver o filme, né? Detalhe: eu ainda não assisti o filme HAHA mas valeu a experiência e eu me apaixonei pela história. 

Todos de Pretty Little Liars. Se eu disser que não lembro nem em qual livro de PLL eu parei, cês acreditam? Não lembro direito da história dos livros e se me perguntarem se a série é fiel eu vou mandar perguntarem lá no posto Ipiranga porque eu não sei de nada HAHA. Não sei se é porque eu acabei misturando a série e os livros ou se é porque eu li em pdf e eu não sou muito chegada a ler pelo computador, mas sei que esqueci tudo.

Em Chamas da trilogia Jogos Vorazes (que inclusive, é a minha saga favorita!) porque eu lembro direitinho que o livro me tirou o fôlego diveeeeersas vezes, não por ser hot ou algo assim, mas por me deixar desesperada mesmo, principalmente no fim. Gente do céu, aquele fim...  com certeza tirou o meu fôlego, fiquei 100% nervosa no maior estilo pelo-amor-de-deus-eu-preciso-ler-o-próximo-livro-agora-senão-vou-morrer.

Acho bem difícil eu esquecer de comer, porque né, eu tô sempre comendo HAHA mas se algum livro já teve esse efeito em mim eu só posso dizer que tá de parabéns. O livro que eu escolhi pra cá é Jogos Vorazes, porque, como eu já disse, sou apaixonada pela trilogia e esse primeiro livro me prendeu muito fácil, eu comecei a ler de tarde e só parei quando terminei, então é muito provável que eu tenha me esquecido de comer mesmo hahaha.

Galera, que doença é essa? HAHA não conhecia não, hein. Enfim, eu acho que não tem nenhum livro que eu relacione com uma viagem minha, até porque eu viajo pouco e quando viajo sempre acabo esquecendo de ler hahaha. Mas pra não deixar em branco, vou responder com o A Mais Pura Verdade porque o livro todo conta a viagem do protagonista até o Monte Rainier.

De todos que li, acho que Noite na Taverna, do Álvares de Azevedo é o que mais tem a ver. Eu li por causa da escola e os contos são bem bizarros e macabros, tem até necrofilia e canibalismo envolvidos pra vocês terem uma noção, então rola sim uma sensação de desconforto ao ler, mas no geral até que gostei da leitura, viu?
Por hoje é só, amores! Espero que tenham gostado do post de hoje e sintam-se a vontade pra responder a TAG se quiserem. Ah, as imagens são minhas, então se usarem, ajudem a mana aqui e deem os créditos. Um beijão, e só pra não deixar passar, lembrem que essas doenças aí da TAG são doenças de verdade, já a homossexualidade não tá incluída nisso. Doença pra mim é preconceito  ¯\_(ツ)_/¯.

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15 setembro 2017

Wishlist | Rosegal

ALÔ, GENTE! Faz tempo que não falo sobre lojas online aqui com vocês, então quando a Rosegal entrou em contato comigo falando sobre os vestidos retrô da loja, eu sabia que vinha coisa boa por aí. A Rosegal, pra quem não conhece, é uma loja gringa de roupas que entrega pra quase todos os países do mundo e é recheada de peças lindas, por isso mesmo, pro post de hoje, eu fiz uma lista de desejos só com itens de lá, e olha, foi difícil não enfiar o site inteiro nessa wishlist, viu?

HI, GUYS! It's been a while since I last talked about online stores here with you, so when Rosegal contacted me about their retro dresses, I knew something good was coming. Rosegal, for the ones who don't know, is an international clothes store that ships to nearly every country across the globe and is filled with beautiful parts, that's why, today, I'm gonna make a wishlist with Rosegal items only, and oh, it was pretty difficult to not put the entire site on the wishlist, you know.

***

Só coisa linda, né? E olha, se você assim como eu ficou babando por todas essas peças, eu tenho uma notícia que vai te animar: alguns itens da loja estão com desconto! Então, se você quer umas roupitchas novas, por que não dar uma olhada? As roupas de verão estão com 33% de desconto e usando o código especial: RGEN, você consegue mais 10%. Se isso não é uma baita promoção, eu não sei o que é, viu? Ah, e pra dar uma olhada nos produtos que estão em promoção, é só clicar no banner abaixo ;)

So many beautiful things, right? And look, if you, like me, are in love with all the items, I have an information that's going to make you happy: some items of the store are on sale! So, if you want some new clothes, why not taking a look over here? Summer sales ongoing, all from 33% off. Use code RGEN for another 10% off! Time for a new outfit! Oh, and to see the items that are on sale, you just need to click on the banner below ;)
E prontinho, por hoje é só! Não se esqueçam de me contar o que acharam das wishlist e quais foram as peças favoritas de vocês. Um beijão ♡ 

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*Ei, esse é um publipost!

11 setembro 2017

SÉRIES | Ei você, dá uma chance pra The Bold Type

Kat, Jane e Sutton, da esquerda para a direita
ALÔ, GENTE! Que saudade de vocês! Primeiro eu quero me desculpar por não ter conseguido postar o 6 on 6, eu fiquei alguns dias sem internet, só conseguia mexer direito nas redes que eu tenho aplicativo no celular (amém, 3G!), além disso, eu viajei pra minha avó, e a internet lá quebra o galho, mas não tanto pra conseguir editar várias fotos em um programa pesado. E pra completar a onda de azar, o notebook deu um pane meio doido do nada, então né, esse mês vamos deixar passar o 6O6 e torcer pra que mês que vem tudo volte ao normal, tá bom? Tá bom. Agora a gente segue a programação normal do LG e hoje é dia de falar daquele assunto que a gente ama: séries. O meu objetivo era assistir Big Little Lies, mas desde que descobri a existência de The Bold Type eu não resisti e assisti antes mesmo, sorry not sorry. Como era de se esperar, me apaixonei e hoje vou tentar convencer vocês a assistirem porque eu sou dessas.
***
O plot de The Bold Type é simples. São três melhores amigas que trabalham na redação de uma revista chamada Scarlet. Elas se conheceram lá na redação e, desde então, não se desgrudaram. A partir daí, elas passam por diversas situações no trabalho e na vida pessoal, e é isso que a gente acompanha, mas claro com uma pitadinha de humor, um pouquinho de drama e romance também, afinal série sem casal pra shippar nem série é.
Agora cês já sabem, né? Lá vou eu citar alguns motivos pra tentar convencer vocês a assistirem TBT.
uma amizade dessas, bicho
1. Mulheres apoiando mulheres (de verdade!)
Tá aí. A primeira coisa que me chamou muita atenção nessa série foi isso: a sororidade. É algo que parece muito simples, mas não é bem representado na mídia e eu tive uma noção muito grande disso quando a editora-chefe da Scarlet entrou em cena pela primeira vez. A mulher não tinha nem aberto a boca e eu já achava que ela ia ser um the mônio com as meninas, tipo a Miranda de O Diabo Veste Prada. E, bom, isso já diz muito sobre as representações de mulheres poderosas em filmes/séries, né? Além disso, podem visualizar comigo, sempre em alguma série que trata de amizade feminina, especialmente em trios, alguma das meninas é mais "apagadinha", ou duas delas são mais amigas, ou têm uma rivalidade muito grande e rola umas intrigas no meio da própria amizade, mas em The Bold Type, isso não acontece. Existe muito apoio, empatia e união, tanto das meninas, quanto das mulheres no ambiente em volta delas, até mesmo da chefe das três (aquela que eu achava que seria o mal em figura de gente) e é lindo de ver essa sororidade toda sendo representada tão bem. Você quer girl power? Então tome.

2. Squad Goals, sem mais
Ainda seguindo nesse assunto de união, a amizade desse trio é linda demais. As três começaram como secretárias da Scarlet e ao longo do tempo, foram ganhando novas funções. A Sutton, interpretada pela Meghann Fahy, nos é apresentada como assistente, mas seu grande sonho é trabalhar no departamento de moda. A Jane, interpretada pela Katie Stevens (a Karma de Faking It, lembra?), é colunista e a Kat, interpretada pela Aisha Dee, é a líder do departamento de redes sociais da revista e é muito legal ver como nunca rola nenhum tipo de rivalidade entre elas. Quando alguma é promovida, por exemplo, o único sentimento é orgulho e dá pra ver que é algo verdadeiro. Elas se apoiam, se entendem, se respeitam, se amam mesmo sendo diferentes e se compreendem mesmo quando a escolha e/ou situação não tem nada a ver com elas. Todas têm o seu espaço.

um brinde à renovação de TBT que ainda não aconteceu, mas tem que acontecer. Anda logo, Freeform!
3. Fala de assuntos importantes de forma leve
Vocês já devem ter percebido que TBT é uma série bem tranquila, o plot é bem simples e as meninas são bem comuns, o que nos faz nos identificar facilmente com alguma delas, mas até por causa disso, a série precisa de assuntos diferentes durante os episódios e é aí que ela aborda alguns tópicos importantíssimos. Feminismo e igualdade, autoconhecimento, câncer de mama, cyberbullying, xenofobia, imigração e estupro são alguns deles. Não rola um aprofundamento tão grande, mas os assuntos estão lá.

4. Representatividade
Eu sempre coloco representatividade como um dos motivos para assistir as séries que eu assisto e isso se deve ao fato de eu achar a representatividade essencial. Eu acredito que a mídia tem um poder muito grande e quanto mais pessoas diferentes se verem nela, mais confortáveis elas vão se sentir consigo mesmas. Em The Bold Type, além do trio principal ser diferente entre si e terem origens distintas, a gente também acompanha o romance da Kat com a Adena, que é lésbica e... muçulmana, (e como uma boa série problematizadora, TBT dá umas alfinetadinhas no papo de imigração). A Kat, no início, acredita ser heterossexual, até conhecer a Adena e perceber que sente algo mais por ela, é aí que ela se descobre bissexual (ou pan, não sabemos ainda) e decide investir nesse romance e meu-deus-do-céu-que-casal-mais-lindinho. Ah, e só pra enaltecer ainda mais a amizade das três personagens, em momento nenhum rolou algum estranhamento por parte da Sutton e da Jane, elas simplesmente aceitaram e apoiaram a Kat no novo relacionamento. 

kadena shippers, me add
5. Work, work, work
The Bold Type é uma série voltada pro público jovem adulto e é muito normal séries assim focarem na vida pessoal e esquecerem que os personagens também trabalham pra sobreviver, né não? Mas a série consegue conciliar muito bem a vida profissional e a vida pessoal das meninas (aliás, a maior parte da série se passa no trabalho), TBT foca no crescimento e maturidade profissional delas e é muito legal ver as meninas brilhando dentro (e fora) da empresa e acompanhar os dilemas sobre a vida adulta. E ainda nesse tópico, é lindo de ver a relação da chefe, Jacqueline, com seus funcionários. Ela não só tem uma empatia muito grande, como os incentiva a serem profissionais melhores e vou falar, ela é tão legal que chega a ser estranho, mas na verdade, é assim que devia ser, não é mesmo?

6. Sex & The City + Gossip Girl + O Diabo Veste Prada + Younger
Se você gosta dessas séries e desse filme, é muito provável que curta The Bold Type. Selecionei essas porque, em algum momento, TBT me lembrou elas por algum motivo. Além de se passar em Nova York, TBT conta a história de mulheres cativantes, independentes e fortes como em Sex & The City, se passa na redação de uma revista como em O Diabo Veste Prada, tem uma pitada de humor a lá Younger e lembra Gossip Girl por causa das situações e dilemas da vida (mas sem as intrigas e briguinhas bobas, claro). 

os amô da minha vida
7. Pra quem quer ser jornalista, é um prato cheio  
Talvez vocês tenham se perguntado porquê eu passei essa série na frente de Big Little Lies, já que TBT nem é aclamada e a sinopse é meio clichê e bom, saber que ela se passa numa redação foi o principal motivo. Pra quem ainda não sabe, The Bold Type foi inspirada na ex-editora-chefe da revista Cosmopolitan e por isso trata desse mundo todo de revistas direcionadas ao público feminino que falam sobre tudo. Quem quer ser jornalista, tipo eu, e gosta de assuntos que tenham a ver com moda, vai adorar ver o dia-a-dia das personagens trabalhando com isso e enfrentando situações que, imagino eu, qualquer pessoa que trabalha numa redação enfrenta. (Oi @ Capricho, me contrata)

8. Clichê, mas do jeitinho que a gente gosta
E pra finalizar, eu tenho que ser sincera: The Bold Type é um pouquinho clichê, sim. A série segue uma fórmula que é óbvio que vai agradar o público que curte esse estilo, mas mesmo assim é aquele clichêzinho que nos dá forças pra continuar. O diferencial tá nos assuntos  importantes e nas mulheres fortes e empoderadas da série. Elas aprendem com os seus erros e nos motivam a aprender com os nossos também. Eu sempre me sinto mais felizinha depois de assistir um episódio, sério mesmo, então se você tá procurando uma série mais tranquila mas que fala sobre assuntos que precisam ser falados pra assistir, pode apostar em The Bold Type, viu?
Eu não vou nem pedir desculpar por ter falado demais porque isso sempre acontece, então eu só espero que tenham gostado da dica e caso vocês estejam se perguntando: não, não tem na Netflix, choremos. Mas nessas horas, sempre dá pra recorrer àqueles sites que disponibilizam os episódios legendados, né?

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29 agosto 2017

Julia Michaels: já conhece?

ALÔ MANAS (E MANOS hahaha)! Faz teeeempo que eu não trago indicações musicais por aqui, e olha que música é um dos meus assuntos favoritos da vida! Pra compensar, hoje eu trouxe um post sobre a Julia Michaels. Ela parece novidade pra você? Pois é aí que você se engana. Vou fazer algumas perguntinhas rápidas, ó: você já ouviu Sorry do Justin Bieber? Dive do Ed Sheeran? E Close do Nick Jonas com a Tove Lo? Já ouviu All In My Head (Flex) ou Miss Movin' On do Fifth Harmony? Slumber Party da Britney Spears? Talvez você conheça Hands To Myself ou Good For You da Selena Gomez? E se eu dissesse que todas essas músicas têm um toque especial da Julia Michaels como compositora ou co-compositora? Pois é. E não para por aí, o currículo da Julia é extenso, ela já compôs muuuuitas outras músicas pra grandes artistas. Mas se você acha que o talento da moça acaba por aí, cê tá bem errado, viu? A bichinha ainda canta (e muito bem) e é sobre isso que vamos falar nesse post.
Pra início de conversa, é legal saber que a Julia tem 23 anos e é norte-americana, e apesar de ela já ser bastante aclamada como compositora, como cantora a moça tá a recém começando. No entanto, ela já conseguiu alguns feitos de destaque como duas faixas no álbum True Colors do Zedd, uma apresentação no VMA 2017 que ocorreu há dois dias (mas infelizmente a transmissão foi cortada, que vacilo, MTV!) e uma participação em Carry Me do Kygo. Tá bom pra você? Aliás, talvez você não se lembre (eu não julgo, também não lembrava), mas ela e o Kygo apresentaram essa mesma música na cerimônia de encerramento das Olimpíadas 2016 no Rio, aqui na nossa terrinha! Pra quem quiser ver, tá aí o link (clica!).
A Julia lançou a primeira música solo em janeiro de 2017 e desde então tem focado na própria carreira. O início de tudo isso foi quando ela compôs uma música que era tão a cara dela que ela simplesmente não conseguia ver outra pessoa cantando. A solução? Ora, ela mesma cantar! A faixa em questão era Issues, e eu agradeço por isso, porque ficou perfeita na voz dela! Um tempo depois, a Julia lançou outra música chamada Uh Huh e vou te contar, é tão viciante quanto a primeira. O som da cantora é pop, mas não é exatamente igual àqueles que estamos acostumados a ouvir, as músicas dela têm sempre uma batidinha única e eu acho que isso é uma das minhas características favoritas na Julia. Maaas, agora eu imagino que vocês estejam curiosos, certo? Então tá, vou parar com o blábláblá e deixar vocês ouvirem.
Issues

Uh Huh
E claro, se você curtiu o som da Julia, todas as redes sociais dela tão aí embaixo!

E por hoje é só, amores! Espero que tenham gostado e até o próximo post.

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